![]() |
A primeira fase consiste na construção de passarelas para
ver se a população engole.
|
"O projeto, que é inédito no mundo inteiro, prevê aproximadamente 28 km de extensão dentro de 25 bairros", descreveu a reportagem da revista, defensora de uma RÉ-ação de todos os cidadãos recifenses.
![]() |
Na segunda fase, o projeto será implantado até o talo. |
![]() |
O paisagista Luiz Videira posa com exemplar de
capivara-de-rabo.
|
A primeira fase do projeto busca fazer penetrar o conceito nos futuros usuários (denominada carinhosamente de só a cabecinha dentro do núcleo duro - duríssimo - das administrações municipal e estadual), contemplando a instalação de passarelas com capacidade para apenas dois automóveis equipadas com alambrado, cerca elétrica e generoso sistema de iluminação e vigilância contra baderneiros.
Numa segunda fase, todo o fétido curso d'água seria enterrado para sempre, tornando-se apenas uma má lembrança para os habitantes da Veneza Brasileira.
Co-raptor do projeto, o paisagista Luiz Videira explica que "o habitat natural dos rios recifenses deve ser protegido" sob o concreto. Com um exemplar da fauna local, declarou à Mais Atrás que a proteção deve afastar da vista "principalmente as capivaras, que hoje vemos muito pouco e que são responsáveis pela origem do nome do Rio Capibaribe".
Nenhum comentário:
Postar um comentário